Todos queremos acertar, mas de vez enquanto erramos, reconhecer é a questão

sábado, 18 de outubro de 2008

O DIÁLOGO ENTRE K E L


K era professora L a aluna, professora k era muito desligada l ligadona.
Um dia l procura k e conta um fato, k regala os olhos, dando a entender a l que nada
entendeu, mas como não foi humulde o suficiente, para perguntar a l o que suas dúvidas.
não o fez.
passaram meses, k fez reparaçãos olhos, ficou de licença, e l juntamente com suas colegas continuavam sua vida, estudando e trabalhando.
Um dia l procurou k, dizendo para ser adiando um compromisso muito importante,
k inrredutiva, não aceitou, impondo seu outoritárismo! l tendando fazer com que ela entendesse seu ponto de vista, com humanismo, mas k ficou aproximadamente uma hora, não querendo saber, nem os motivos a qual fazia com que l não poderia comparecer no tal dia ao compromisso.
o motivos baseava-se no fato acima citado, como k não se interesou muito em saber mais a fundo,
l acreditou que k esqueceu completamente da história de suma importancia.
l não teve outra solução a não ser dizer a k que não estavamos vivendo na ditadura, e a colégio no era uma prissão, que ela tinha direitos de escolha, e se k não o atendesse, iria ela para a coodenação e direção, fazer valer seus direitos.
k meia atordoada, perguntou porque l estava adiando seu compromisso,
l pediu que as duas fossem, conversar particular.
l contou o fato nnovamente a k. que por sua vez k sinicamente diz a l que o mesmo não havia contado!
neste momente l teve certeza de k não estava a altura de ser uma educadora, pois o fato revelado era de grave estado, e k nem anotou em suas fichas, negligente!
Como se isso não bastasse k disse, que se tivesse tomado conhecimento do fato teria ajudado l a transferir sua dia de trabalho.
mas foi muito cara de pau de k.
bem k ainda depois de respirar fundo disse a l, saber porque ela queria adiar seu trabalho,
afirmando que l não havia gostado da colega de trabalho. algo grave tentar desviar a verdadeiro motivo a qual l não tem diferença com nimguém. calunia...
l por sua vez disse a k tomar cuidado com tentativas de advinhação e colocar palavras na boca das pesssoas.
k repetiu . l disse a k que ela deveria procurar um psiquiatra, pois era loucura tentar mudar um fato real para um ireal. e k tentou se defender alegando sua tese que não não sabia de tal fato. mas se deu mal. porque l tinha uma condunta exemplar.

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